Família Sampaio

O mais antigo representante desta família de Barbalha-CE, Serrita e Salgueiro-PE foi Bernardo Gomes Sampaio de Pé no Banco, Siriri, Sergipe. É um dos sobrenomes mais tradicionais de Portugal, com inúmeros nobres e donatários espalhados por todas as colônias portuguesas e muitas famílias que adotaram o apelido de seus padrinhos também. O alferes Gonçalo Coelho de Sampaio e a esposa Lourença Barbosa de Melo foram os pais do tenente Antônio Correia Sampaio, nascido em Missão Velha, que com Maria Lourença Coutinho da Encarnação foram os patriarcas das famílias Filgueiras Sampaio, Espirito Santo Correia, Sá Barreto Sampaio, Cruz Neves e Coelho do Cariri e do Sertão Central pernambucano.

Entre seus descendentes podemos destacar "Totonho Filgueiras" e seu filho Luiz Filgueiras e o genro Argemiro Sampaio em Barbalha, cel. Romão Sampaio e o filho cel. "Chico Romão" de Serrita e Salgueiro, Cid Sampaio e Leão Sampaio só para citar alguns nomes.



Siriri é um município brasileiro do estado de Sergipe. Localiza-se no leste do estado.

História[editar | editar código-fonte]

Os primeiros habitantes do município de Siriri, a 55 quilômetros da capital, foram indígenas que se mudaram da aldeia de Japaratuba. Eles se estabeleceram em um lugar chamado Remanso, onde hoje fica a Praça Jackson de Figueiredo. Os indígenas elegeram Siriri, irmão do cacique Sérgio, como chefe.

De acordo com a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, a tribo, levada por seu espírito nômade, logo depois mudou-se. Quando os índios foram embora, algumas pessoas construíram as primeiras casas. A povoação recém-criada, que depois originou a cidade de Siriri, chamava-se Pé do Banco. Os moradores mais antigos da cidade afirmam que esse nome surgiu porque as mulheres do povoado costumavam lavar roupas no riacho próximo, sentadas em bancos, e uma delas esqueceu o cachimbo no pé do banco.

Em 1637, na época da invasão dos holandeses, Sergipe já contava com 400 currais, distribuídos por todo o território. Entre eles estava o de Camarão, localizado na Vila Pé do Banco, entre os rios Siriri e Ganhamoroba.

Em 1811, foi criada a vila de Japaratuba, desmembrada da de Pé do Branco, cujos limites deveriam ser pelo Rio Siriri até Piranhas, engenho do Padre João Gomes de Melo, e daí seguir pela estrada da Serra Negra até chegar à estrada real de Maruim, ficando os engenhos da Jurema e Serra Negra para a freguesia de Pé do Banco. Freguesia desde 1700, Pé do Banco só foi confirmada nesta categoria pela Lei provincial nº 24, de 6 de março de 1839.

No povoado havia a paróquia Jesus Maria e José, construída pelo arcebispo D. João Franco de Oliveira. Seu primeiro vigário foi o padre Manoel Carneiro de Saá, que tomou posse em 18 de fevereiro de 1700. “A paróquia media dez metros de comprimento e quatro de largura, habitavam dois mil brancos, dois mil pretos e três mil e quinhentos de diversas misturas, sendo um total de 7.500 habitantes, que trabalhavam na lavoura da cana”, informa a Enciclopédia.

Em 26 de março de 1874, o município de Siriri foi criado, com sede no antigo povoado Jesus Maria e José do Pé do Banco, sendo desmembrado do território de Divina Pastora. Hoje, a cidade possui nove povoados: Sabinopolis, Itaperoá, Fazendinha, Mata do Cipó, Castanhal, Vila Nova, Lagoa Grande, Siririzinho e Piranhas.

De acordo com pesquisas de Ricardina Oliveira Souza, conhecida como D. Bebé, que escreveu um livro sobre a cidade chamado Remanso, na metade do século XX existiam 14 engenhos de cana-de-açúcar em Siriri. “Todos eles foram extintos. Como essa era a principal atividade econômica, o município, que antes era rico, ficou pobre e decadente. Só em 1964, quando o petróleo foi descoberto no subsolo de Siriri, que a situação melhorou, mas mesmo assim não voltou a ser como antes”. Hoje a principal renda do município continua vindo do petróleo.

Fonte: Wikipedia



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